Quem são os professores que trabalham conosco atualmente?

Quem são os professores que trabalham conosco atualmente?

13 de outubro de 2019 Off Por jfmenglish


Raíssa Vitulli

A Raíssa Vitulli tem 27 anos, nasceu em São Paulo, mas está em São Carlos há 12 anos. Por 2 anos morou em Dublin, capital da Irlanda do Sul, onde aperfeiçoou seu inglês e teve experiências que serviram de grande aprendizado em sua vida.

É formada em jornalismo, e atualmente estuda alemão. Trabalha com educação há 6 anos, tendo tido experiência como professora e coordenadora em diversas escolas renomadas.

Como hobbies, ama assistir seriados – o que ela recomenda muito aos alunos para aprimorar o inglês! -, ama passar tempo com a família e com os animais de estimação, e lógico, viajar, sempre que possível!



Rodrigo Carneiro

Rodrigo Carneiro é engenheiro ambiental pela Universidade Federal de Itajubá (MG), Mestre e Doutor pela USP de São Carlos em Engenharia Hidráulica e Saneamento. Possui Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Candido Mendes (2015). Seu primeiro contato com a língua inglesa começou aos 10 anos por meio de curso em escola de idiomas.

De 2010 a 2013 atuou como especialista ambiental da empresa multinacional Ajinomoto do Brasil (Pederneiras – SP), tendo contato frequente com o inglês com os gestores japoneses da fábrica. Durante o mestrado e doutorado, aprofundou seus conhecimentos na língua sobretudo por meio de leitura e escrita de artigos científicos em inglês. Possui dois artigos publicados em inglês em revistas científicas internacionais e nove trabalhos científicos em inglês publicados em anais de congressos internacionais.

Participou de congressos internacionais em cinco países, fora o Brasil, Peru, Itália, Noruega, Holanda e França, tendo bastante contato com cientistas de diversas nacionalidades e diferentes sotaques no inglês. Durante o doutorado fez um intercâmbio de 10 meses na Espanha, tendo contato com a língua inglesa e espanhola, tendo completado um curso de espanhol na Universidade de Santiago de Compostela.

Como principais hobbies, costuma gastar bastante tempo em vídeos no Youtube, alguns até para aprimorar o inglês e o espanhol, e também assistindo seriados, o que considera essencial para melhorar o “listening” e o “speaking”. Quer ainda poder viajar para outros países e ter contato com diferentes culturas.


Vitor Ribeiro

O Vitor Ribeiro tem 26 anos, nasceu em Campinas, atualmente mora em Lins, interior de São Paulo. Cursa o último ano de Engenharia de Controle e Automação, pela Unilins. Teve contato com inglês a partir dos 12 anos de idade através de escola particular.

Com 19 anos foi para São Paulo fazer um serviço voluntário, onde serviu por 2 anos. Teve contato direto e constante com nativos Norte Americanos, tendo a oportunidade de aprimorar a conversão em inglês.

“O Inglês é um fator fundamental para o desenvolvimento profissional, ainda mais para aqueles que estão em minha área de engenharia. O inglês abre muitas portas em relação à carreira, desde conhecer novas pessoas até o contato direto com os manuais das máquinas – que na maior parte das vezes estão em inglês. Outra coisa muito importante é a variedade de livros e artigos que é possível acessar tendo o conhecimento da língua. ”

Vitor Ribeiro gosta muito de esportes, principalmente basquete e futebol americano, que são esportes mais praticados nos Estados Unidos. Nas horas vagas, gosta muito de ouvir música, passar tempo com os amigos e com família.


Jaqueline Ribeiro

Jaqueline Ribeiro leciona a língua inglesa desde 2009 e possui certificação internacional pelo exame TOEIC pontuação de 865 e TOEFL ITP com pontuação de 593. Ela trabalhou na criação dos materiais da JFM English, quando algumas pessoas começaram a procurá-la para aprender inglês com ela por volta de 2010.

Mestre em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Estadual Paulista “Júlio Mesquita Filho” de Bauru (UNESP) e especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pelo Centro Universitário de Lins.
Atualmente é discente do curso de doutorado em Hidráulica e Saneamento na USP de São Carlos e pesquisadora da FAPESP. Por tamanho comprometimento e responsabilidade, está um pouco afastada das aulas de inglês.

“Meu primeiro contato com o inglês foi aos 11 anos de idade quando comecei a fazer aulas em uma escola particular, e só posso dizer que foi “amor à primeira vista”, adoro a língua e apesar de minha formação ser na área ambiental e de segurança do trabalho, nunca cortei esse vínculo com o idioma, pois além do estudo do inglês ser uma espécie de hobby para mim, sendo que desde criança adorava traduzir letras de música, o aprendizado do inglês sempre trouxe muitas vantagens e me ajudou a me destacar dos demais em minha vida acadêmica e profissional.”

Nessa foto tirada em 2019, por exemplo, ela estava na Holanda participando de uma das mais importantes conferências ambientais do mundo, onde pode interagir, aumentar sua rede de contatos, aprender e ter novas experiências graças ao seu conhecimento e domínio da língua inglesa.


Fernando Montalvão

Luis Fernando Montalvão estuda inglês desde os 8 anos de idade e leciona desde os 21. Possui pontuações de 830 no exame TOEIC (2012) e 7,5 no exame IELTS General Training (2017). Especialista em Administração e Finanças pelo Centro Universitário Internacional, graduado em Tecnologia em Bancos de Dados e em Tecnologia em Redes de Computadores, ambos pela Faculdade de Tecnologia de Lins (FATEC).

Apesar de nunca ter estado no exterior, teve contato frequente com falantes nativos em seus empregos anteriores em uma empresa multinacional e em hotéis, além da igreja que frequenta receber regularmente missionários de diversos locais do mundo.

Quando a Jaqueline Ribeiro teve a ideia de criar o material da JFM, o Fernando esteve junto, participando principalmente de revisões e reestruturação posteriores.

“Meu primeiro contato com a língua inglesa, que eu me lembre, foi jogando videogame enquanto era ainda muito novo. Eu sempre ficava bastante curioso para saber o que significava cada frase, o que era necessário em jogos mais complexos para resolver os quebra-cabeças, como Resident Evil.
Essa curiosidade me levou a começar os estudos aos oito anos, e sempre me ajudou a ter facilidade no aprendizado. Hoje, quase vinte anos depois, ainda adoro aprender sobre o idioma, entender meus jogos, músicas, filmes e séries e também me comunicar através da língua, e é por isso que gosto de ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo. A experiência de assistir um filme com áudio original nunca será comparada à de um filme dublado, além disso, em filmes e séries de comédias, muitas piadas são perdidas no momento da dublagem, que não são possíveis de serem traduzidas. ”